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30 de dezembro de 2015

São Sebastião receberá água do Lago Paranoá


A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) obteve do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) a licença de instalação do sistema produtor de água do Paranoá, alternativa que começou a ser estudada em 2005. As obras de implantação desses estão em fase final de licitação e com a licença podem ser iniciadas.

O novo sistema do Paranoá deverá abastecer 600 mil pessoas em Sobradinho I e II, Planaltina, Itapoã, São Sebastião, Lago Norte e condomínios da região norte do DF.

O sistema prevê a construção de uma estação de captação próxima à Barragem do Paranoá, uma estação de tratamento de água no Parque Bernardo Sayão e 44,5 quilômetros de tubulações para transportar de água.
Nove reservatórios serão construídos ou ampliados nas cidades de Itapuã, Paranoá, Colorado, Sobradinho, Lago Sul, Jardim Botânico, São Sebastião, Mangueiral e Tororó.
O presidente da Caesb, Maurício Luduvice, informou que o limite estabelecido para captação foi aprovado pela Agência Nacional das Águas (ANA) e pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa).


Fonte: EBC

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4 de setembro de 2015

Pela primeira vez na história, DF registra bactéria da cólera



A estação de tratamento da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), localizada na Asa Norte, está contaminada com a bactéria que transmite a doença da cólera. Por conta disso, a Vigilância Epidemiológica emitiu um alerta para os hospitais do Distrito Federal, e a Caesb reforçou a coleta em seis pontos: Asa Norte, Asa Sul, Samambaia, Melchior e dois pontos no Lago Paranoá. 
É a primeira vez na história que a bactéria é encontrada no DF. Até então, todos os casos da doença registrados eram importados de outras unidades da federação. Há nove anos não se tem notícia da doença na região.
De acordo com a Secretaria de Saúde a vigilância identificou o micro-organismo por meio do programa de qualidade de água. Eles monitoram as 14 estações de tratamento de esgoto e faz testes específicos para a Vibrio cholerae, que transmite a cólera, desde 2013. Por meio de nota, a secretaria informou que, apesar de a bactéria estar presente no meio ambiente e ter sido encontrada pela primeira vez no Distrito Federal, não foi registrado um novo caso da doença.
No Brasil, a incidência de cólera atingiu o ápice em 1993, quando foram detectados 60.340 casos. A partir de 1995 reduziu-se significativamente, com ocorrências mais frenquentes nas regiões Nordeste e Norte, onde prevalecem condições socioeconômicas menos satisfatórias.

Para saber mais
Cólera é uma doença infecciosa intestinal aguda, causada pela enterotoxina do Vibrio cholerae. Pode se apresentar de forma grave, com diarreia aquosa e profusa, com ou sem vômitos, dor abdominal e cãibras. Esse quadro, quando não tratado prontamente, pode evoluir para desidratação, acidose e colapso circulatório, com choque hipovolêmico e insuficiência renal. Entretanto, frequentemente, a infecção é assintomática ou oligossintomática, com diarreia leve. A acloridria gástrica agrava o quadro clínico da doença. A infecção produz aumento de anticorpos e confere imunidade por tempo limitado (em torno de 6 meses).

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24 de outubro de 2014

25,6% da água tratada no DF em 2013 foi desperdiçada


Dados da Adasa apontam que 25,6% da água tratada no Distrito Federal foi desperdiçada em 2013. A Caesb afirma ter 35 equipes de fiscalização, mas admite encontrar dificuldades para combater ligações clandestinas, conhecidas como gatos. Entre as regiões que apresentam o problema com maior frequência está São Sebastião.
“Desfazer o gato nós desfazemos, mas você desfaz de manhã e à tarde eles vão lá e fazem de novo”, disse o superintendente de suporte técnico da Caesb, Geraldo Dozizeth Cruz Silva. A multa pela infração pode chegar a R$ 85 mil.
Mas os problemas vão além dos gatos. Em Samambaia Norte, um vazamento atinge a calçada da quadra 604 há quatro dias. Moradores dizem que já ligaram para a companhia sete vezes para reclamar do cano estourado, mas ainda não tiveram resposta.
“Enquanto está todo mundo precisando de água aí, eles estão deixando derramar água aqui, né?”, disse a empregada doméstica Maria das Graças.
A perda de água e o aumento do consumo acabam sobrecarregando o sistema. A Caesb reconhece que a atual estrutura é insuficiente para atender a todas as casas ao mesmo tempo. Por isso, para equilibrar a rede, a empresa promove interrupções programadas em algumas cidades.
As regiões mais afetadas por falta de água são Sobradinho, Brazlândia, Vicente Pires e São Sebastião. A companhia disse que vai começar uma água para transferir água do Jardim Botânico para São Sebastião porque os poços artesianos não são mais suficientes.
Além disso, prevê um mutirão para o próximo mês, quando vai trocar 400 mil hidrômetros em todo o DF. Mais modernos, os novos equipamentos devem ajudar a evitar o desperdício.

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15 de outubro de 2014

São Sebastião sofre com a falta de água.



Há quase dois meses, os moradores de São Sebastião convivem com a difícil rotina de ficar sem água. O motivo, segundo a Companhia de Abastecimento (Caesb), é que a distribuição está sendo prejudicada pelo alto consumo, o desperdício e por ligações irregulares.

A situação ficou ainda mais grave nos últimos dias. Agora, de acordo com a população, a água estaria poluída. Quando abrem as torneiras, contam os moradores, é comum sair um líquido barroso, que impede o consumo e atrapalha a rotina. “Volta e meia a água está ficando marrom. Quando não falta, vem assim. Por dia, temos desembolsado pelo menos R$ 12 em água, porque não dá para ficar sem, então a gente compra”, relata o aposentado Juraci Francisco. 

Outro problema, de acordo com a população, é o valor da última conta de água. Segundo os moradores de São Sebastião, a soma estaria errada e apresenta consumo dobrado, o que não teria acontecido no mês de setembro. 

“Como é que a gente vai gastar mais água se ela falta quase todo o dia? Isso está errado. Normalmente, pago R$ 90. Neste mês, veio R$ 185. Nem sei como vou pagar isso. É absurdo”, reclama Demildes Daniele da Silva, 30 anos. 

 Mãe de três filhos, um deles com autismo, a dona de casa narra a saga dos dias sem abastecimento. “Para a minha filha de dois meses, sou obrigada a comprar água até para dar banho. Meu filho de sete anos é autista e ele tem mania de banho. É complicado fazê-lo entender que não vai dar porque não tem água. Não dá para viver bem faltando água todo dia e, quando a gente liga na Caesb, eles dizem só que estão fazendo racionamento aqui”, disse.

Cor do líquido causa revolta 
Os moradores das vilas São José e Nova, de São Sebastião, ficaram de sexta até ontem com a água suja. No Facebook, alguns chegaram a postar fotos mostrando a cor do líquido, chamando a situação de “crítica”. Sem poder consumir o que saía das torneiras, o jeito encontrado foi comprar água por iniciativa própria.

“Vendi muito. Acho que 50% das vendas de sábado e domingo foram só de água. Nem eu bebi aquilo. Eu estava consumindo a água da loja também, porque dá medo ingerir um negócio desses”, conta José Ronaldo, 46 anos.
Segundo a Caesb, “o baixo nível dos reservatórios afeta a coloração da água”, por isso, ela está marrom. “Estamos fazendo uma obra de reforço de tubulações para levar parte da água da adutora do Jardim Botânico até o local. A obra está prevista para terminar em 30 dias”, informa. O órgão solicita aos moradores que, na medida do possível, façam uso racional da água para facilitar a recuperação do sistema. A companhia afirma ainda que todo imóvel com ligação de água deve ser dotado de reservatório com capacidade para um dia de consumo.

 Ontem, um caminhão a serviço da companhia estava na Vila São José. Uma retroescavadeira era usada para ajudar a fazer a manutenção de um cano quebrado nas ligações do sistema.



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22 de março de 2012

23 de setembro de 2011

21 de setembro de 2011

18 de setembro de 2011

São Sebastião tem abastecimento de água interrompido neste domingo

A cidade de São Sebastião ficou sem água das 12h às 19h deste domingo (18/9), de acordo com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrital Federal (Caesb). O órgão informou que a medida é necessária para a recuperação dos níveis dos reservatórios que abastecem a região. Segundo a Caesb, houve um rompimento de uma rede no centro da cidade.

Reservatório Morro do Preá

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